Participação da Forestis na AGRO foi um sucesso

A Forestis promoveu recentemente o seminário “Floresta 2050: Caminhos a Percorrer”, no âmbito da 58º edição da Agro Braga, onde foi traçado o balanço do primeiro ano de execução do Plano de Intervenção para a Floresta 2025 -2050 Futuro +Verde.

O evento contou com a participação de José Manuel Fernandes, Ministro da Agricultura e do Mar, Diretora Regional Norte do ICNF, Sandra Sarmento e Rui Ladeira, Secretário de Estado das Florestas.

O Presidente Forestis, Carlos Duarte na sua intervenção destacou a vertente positiva do plano, reconheceu a importância das medidas propostas,realçando a necessidade de monitorização dos resultados.

Foi evidenciada a necessidade de criar condições para as OPF’s, incluindo o seu reconhecimento e o estabelecimento de contratos-programa, que permitam ao Estado apoiar estas organizações no desenvolvimento e execução de ações no terreno.

Um especial agradecimento aos oradores convidados e moderadores deste evento:  Miguel Freitas, João M. Soares  do Conselho Superior da Forestis e José Martino, especialista em Agricultura e Floresta,  o Prof. Domingos Lopes (UTAD), Prof. Pedro Bingre do Amaral (ESAC) e  Américo Mendes, ( Católica Porto Business School, que enriqueceram o debate com as diferentes visões estratégicas partilhadas, em torno da resiliência e a sustentabilidade da Floresta.

No final do seminário foi firmado  o protocolo de cooperação entre a Forestis e a Altri Florestal, na presença do Secretário de Estado das Florestas, Rui Ladeira.
 A Forestis esteve representada pelo Presidente, Carlos Duarte e a Altri Florestal, por Miguel Silveira, administrador executivo.
Este protocolo simboliza a convergência de vontades entre duas entidades que reconhecem a importância estratégica da floresta para o país e a necessidade de construir respostas mais articuladas, mais eficazes e mais próximas do território.

Num contexto marcado por desafios muito exigentes como a fragmentação da propriedade, os incêndios rurais, as alterações climáticas e o aumento dos riscos de pragas e doenças, torna-se cada vez mais evidente que, só com cooperação, visão a longo prazo e compromisso coletivo será possível reforçar a resiliência e a competitividade da floresta portuguesa.